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Orgulho de Sergipe: irmãs nascidas em Cedro de São João são reconhecidas como o trio de irmãs vivas mais velho do mundo

Levita, Zoraide e Zulina somam impressionantes 316 anos de vida e tiveram sua longevidade reconhecida pela organização internacional LongeviQuest.

Sergipe acaba de ganhar destaque internacional com uma história inspiradora de longevidade. As irmãs Levita de Deus Nunes, Zoraide de Deus Mota e Zulina de Deus Nunes, naturais de Cedro de São João, foram reconhecidas como o trio de irmãs vivas mais velho do mundo, segundo levantamento da LongeviQuest, organização especializada na validação de supercentenários.

Juntas, as três sergipanas somam 316 anos de vida. Levita completou 109 anos, enquanto Zoraide tem 104 anos e Zulina 103 anos. O feito extraordinário chamou a atenção internacional e colocou mais uma vez o nome de Sergipe em evidência.

As irmãs nasceram em Cedro de São João, no Baixo São Francisco sergipano, em uma família de oito irmãos. Ao longo de mais de um século de vida, testemunharam profundas transformações no Brasil e no mundo, acompanhando desde a popularização dos automóveis até o surgimento da internet e dos smartphones.

Atualmente residentes no Rio de Janeiro, elas mantêm fortes vínculos familiares e são cercadas por filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Apesar da idade avançada, as três atribuem a longevidade a hábitos simples e a uma vida equilibrada.

Quando questionada sobre o segredo para viver tanto, Zoraide costuma responder que é preciso viver tranquilamente, sem fazer mal a ninguém e pensando no futuro. Já Zulina resume sua fórmula em poucas palavras: “O segredo é saber viver.”

Segundo relatos publicados pela LongeviQuest, a rotina das irmãs sempre esteve ligada a uma alimentação simples, trabalho, convivência familiar e hábitos saudáveis. Durante a infância em Sergipe, boa parte dos alimentos consumidos pela família era produzida na própria propriedade rural, incluindo leite, frutas, verduras e o tradicional cuscuz de milho preparado artesanalmente.

O reconhecimento internacional reforça a importância da história dessas três mulheres sergipanas, que se transformaram em símbolo de longevidade, resiliência e amor à família. Mais do que um recorde mundial, Levita, Zoraide e Zulina representam um verdadeiro patrimônio humano de Sergipe e do Brasil.

Da Redação do RS NOTÍCIA

*Com informações da LongeviQuest

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