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Governador no 2º turno: veja as cinco disputas estaduais e o cenário no DF
Eleitores voltam às urnas em 25 de outubro; pesquisas mostram vantagens distintas, empate técnico no Rio Grande do Norte e disputa pela virada no Tocantins.
A eleição para governador continua em cinco estados e no Distrito Federal, com votação marcada para domingo, 25 de outubro. Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins ainda precisam definir quem comandará seus governos a partir de 2027, assim como o eleitorado do DF.
Os levantamentos selecionados neste panorama, divulgados entre 13 e 14 de outubro, mostram cenários diferentes: vantagens mais amplas em algumas disputas, equilíbrio no Rio Grande do Norte e uma possível inversão de posições no Tocantins.
Acre: Mailza mantém vantagem sobre Alan Rick

A governadora Mailza Assis (PP) enfrenta o senador Alan Rick (Republicanos). Na pesquisa Quaest divulgada em 13 de outubro, Mailza aparece com 49% das intenções de voto, contra 32% de Alan. Indecisos somam 10%, enquanto brancos, nulos ou nenhum representam 9%.
Mailza tenta permanecer no cargo e preservar a vantagem do primeiro turno, quando recebeu 49,76% dos votos válidos, diante de 32,27% do adversário.
Amazonas: Omar Aziz lidera contra Maria do Carmo

O senador e ex-governador Omar Aziz (PSD) disputa o segundo turno com a Professora Maria do Carmo (PL). A Quaest divulgada em 13 de outubro aponta Omar com 51% e Maria do Carmo com 37%.
Outros 6% estão indecisos e 6% indicam branco, nulo ou abstenção. Omar busca retornar ao Executivo estadual; Maria do Carmo tenta reverter a diferença na reta final.
Distrito Federal: Celina aparece à frente de Grass

A governadora Celina Leão (PP) enfrenta Leandro Grass (PT). Pesquisa RealTime Big Data divulgada em 14 de outubro mostra Celina com 53% dos votos totais e Grass com 36%. Brancos e nulos são 8%, e 3% não souberam responder.
Considerando apenas os votos válidos, o resultado é de 60% para Celina e 40% para Grass. A diferença coloca o candidato petista diante do desafio de ampliar sua votação na última semana.
Espírito Santo: Pazolini tenta confirmar liderança

O ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) disputa o governo com Ricardo Ferraço (MDB). Na Quaest divulgada em 14 de outubro, Pazolini registra 47%, contra 38% de Ferraço. Brancos e nulos somam 10%, e os indecisos são 5%.
Pazolini chegou perto de vencer no primeiro turno, com 49,65% dos votos válidos. Ferraço, que recebeu 34,06%, busca a recuperação.
Rio Grande do Norte: empate técnico mantém disputa aberta
Rio Grande do Norte: empate técnico mantém disputa aberta

O ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) enfrenta Cadu de Lula (PT). A Quaest divulgada em 13 de outubro mostra Allyson com 45% e Cadu com 42%, em empate técnico, considerando a margem de erro de três pontos.
Brancos, nulos ou abstenção representam 7%, e 6% estão indecisos. O equilíbrio já apareceu nas urnas: no primeiro turno, Allyson teve 36,94% dos votos válidos e Cadu, 36,16%.
Tocantins: Vicentinho aparece à frente após Dorinha liderar nas urnas

A senadora Professora Dorinha (União Brasil) enfrenta o deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB). Na Quaest divulgada em 14 de outubro, Vicentinho tem 49% e Dorinha, 42%. Indecisos são 5%, e brancos, nulos ou abstenção, 4%.
O levantamento apresenta uma ordem diferente da votação do primeiro turno, quando Dorinha obteve 45,52% dos votos válidos, contra 43,94% de Vicentinho. A inversão na pesquisa não representa resultado definido, mas indica o desafio da senadora para recuperar a liderança.
Como interpretar os números
As cinco pesquisas Quaest citadas ouviram 1.098 eleitores em cada estado, com margem de erro de três pontos percentuais. As entrevistas ocorreram de 9 a 12 de outubro no Acre, Amazonas e RN, e de 10 a 13 no Espírito Santo e Tocantins.
No DF, a RealTime Big Data entrevistou 1.600 eleitores entre 9 e 13 de outubro, com margem de dois pontos. Todos os levantamentos têm confiança de 95%. Os percentuais apresentados são de votos totais, salvo a indicação expressa de votos válidos no DF. Pesquisas retratam o período da coleta e não antecipam o resultado das urnas.
Da Redação do RS NOTÍCIA


