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Conta de luz fica mais cara em Sergipe: Aneel aprova reajuste e aumento já começa a valer
Consumidores residenciais terão alta média de 5%, enquanto comércio e indústria podem pagar até 12,36% a mais na tarifa de energia elétrica em Sergipe.
A conta de luz vai pesar mais no bolso dos sergipanos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou o reajuste tarifário da Energisa em Sergipe, com novas tarifas válidas a partir desta quarta-feira, 22. A distribuidora atende mais de 919 mil clientes em 63 municípios do estado.
Para os consumidores residenciais, o aumento médio será de 5% na tarifa de energia elétrica. Já os clientes atendidos em média e alta tensão, como comércios e indústrias, terão reajuste médio de 12,36%. Considerando todas as classes de consumo, o efeito médio será de 6,86%.
Por que a conta de luz aumentou em Sergipe?
Segundo a Aneel, o principal fator para o reajuste está relacionado aos chamados custos não gerenciáveis pela distribuidora, conhecidos como Parcela A. Nesse grupo entram despesas com geração de energia, transmissão, encargos setoriais e transporte de energia elétrica, que impactaram em 5,39%.
Já a Parcela B, ligada aos custos operacionais da distribuidora, teve impacto negativo de -1,73%, ajudando a reduzir parte do reajuste. Outros 3,20% correspondem a itens financeiros considerados no cálculo tarifário.
Como fica a composição da conta de energia?
Mesmo com o reajuste, a distribuidora representa apenas parte do valor pago pelos consumidores. Cerca de 27% da conta de luz fica com a Energisa para custear operação, manutenção e investimentos na rede elétrica dos municípios atendidos.
O restante do valor é destinado às empresas de geração e transmissão de energia, além de encargos setoriais e tributos cobrados sobre a tarifa.
Reajuste impacta famílias e empresas em Sergipe
Com a nova alta na tarifa de energia elétrica, consumidores residenciais e empresários devem sentir impacto no orçamento mensal. O aumento da conta de luz costuma refletir diretamente nas despesas domésticas e também nos custos de produção e serviços no estado.
Especialistas recomendam medidas de economia de energia, como uso consciente de aparelhos elétricos, troca de lâmpadas por modelos LED e redução do consumo em horários de pico.
