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quarta-feira, fevereiro 25, 2026
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OPINIÃO: Rupturas em Sergipe, Embates em Laranjeiras: A Política em Alta Tensão

Análises firmes, posicionamentos claros e leitura crítica dos fatos que movem Sergipe e Laranjeiras, confira agora Nossa OPINIÃO

Ruptura na base fortalece discurso de independência

A decisão do governador Fábio Mitidieri de retirar o senador Alessandro Vieira da composição da chapa majoritária vai além de uma divergência pontual. Expõe diferenças de método, estilo e concepção política. Ao justificar a saída pela ausência de “harmonia”, o governador reconhece o distanciamento interno. Ainda assim, ao manter Alessandro como pré-candidato à reeleição, admite implicitamente sua densidade eleitoral e relevância no cenário sergipano.

O episódio ganhou contornos mais nítidos após declarações firmes direcionadas a André Moura. Para alguns, o tom foi duro; para outros, reafirma a marca de sua trajetória: enfrentamento direto e posicionamento claro. Ao optar por seguir de forma independente, Alessandro preserva sua identidade política e consolida um atributo que dialoga com parcela significativa do eleitorado — coerência.


Fidelidade ao projeto, acima das circunstâncias

Ao confirmar que continuará apoiando a reeleição de Fábio Mitidieri, mesmo após ser retirado da chapa governista, o senador Alessandro Vieira adota uma postura que ultrapassa conveniências eleitorais. Sustenta que sua decisão está vinculada a projeto administrativo e resultados, não a espaços formais de poder.

Ao afirmar que permanecer ao lado do governador é o melhor para Sergipe, desloca o debate para o interesse público. Em meio a rearranjos e pressões, optar pela continuidade é também uma estratégia política — mas, sobretudo, uma mensagem de estabilidade institucional.


Solidariedade institucional e alinhamento político

No vídeo gravado pelo prefeito Juca, de Laranjeiras, em apoio ao senador Alessandro Vieira, o gesto vai além da formalidade. A manifestação pública reforça valores como independência, firmeza e responsabilidade na atuação política.

Mais do que um posicionamento circunstancial, o vídeo sinaliza convergência de princípios. Em tempos de instabilidade interna nos agrupamentos políticos, declarações dessa natureza fortalecem vínculos e demonstram que alianças também se constroem na defesa pública de trajetórias e posicionamentos.


Lealdade política em meio à turbulência

O prefeito de Nossa Senhora do Socorro, Dr. Samuel Carvalho, também fez questão de registrar apoio ao senador Alessandro Vieira. Em meio às redefinições do cenário majoritário, a manifestação pública sinaliza que, apesar da ruptura formal na base, Alessandro mantém respaldo relevante entre lideranças municipais.

Ao adotar tom equilibrado, mas firme, Dr. Samuel reforça a percepção de alinhamento político e confiança na trajetória do senador. Em momentos de recomposição, apoios explícitos ampliam capital político e consolidam a imagem de quem sustenta independência mesmo fora das estruturas formais de poder.


Laranjeiras I: Coerência não pode ser seletiva

A recente investida da vereadora Mônica Sobral contra a gestão do prefeito Juca escancarou um problema recorrente na política local: a crítica que só vale quando atinge o adversário. Ao listar, em plenário, parentes do prefeito que ocupam cargos comissionados, tentou sustentar a narrativa de irregularidade administrativa. Ocorre que o vereador Juliano Soares trouxe à memória um dado incontornável: na terceira gestão do ex-prefeito José Sobral, pai da parlamentar, a presença de familiares na estrutura administrativa também era realidade — com remunerações que, proporcionalmente ao salário mínimo da época, eram ainda mais expressivas.

Se ontem era prática tolerada, por que hoje é tratada como escândalo moral? A tentativa de transformar o contraditório em desrespeito à memória familiar não altera o ponto central: o critério precisa ser o mesmo para todos. Política exige coerência histórica. Quem utiliza a tribuna para acusar deve estar igualmente disposto a responder com argumentos — e não com indignação seletiva.

Laranjeiras II: A verdade não pode ser moldada ao discurso

Ainda mais delicada foi a insistência na narrativa sobre as eleições de 2004. Ao afirmar que o grupo do então prefeito Paulão da Varzinhas teria mantido comemorações após o falecimento de José Sobral, a vereadora apresenta uma versão que não encontra respaldo nos fatos registrados à época. A coordenação da campanha de Paulão da Varzinhas suspendeu o comício programado e interrompeu as atividades de campanha por cinco dias, retomando apenas depois que a própria campanha adversária, liderada por Dona Ione Sobral, retornou antes do prazo inicialmente previsto.

Em política, divergências são legítimas. A distorção dos fatos, não. Reescrever episódios para sustentar discurso fragiliza a credibilidade de quem o faz e empobrece o debate público. Fiscalizar é dever; preservar a verdade é obrigação.


Laranjeiras III: Compromisso com o servidor e responsabilidade fiscal

Nesta quinta-feira, 26, a Prefeitura de Laranjeiras realiza o pagamento dos servidores efetivos e comissionados referente ao mês de fevereiro. A gestão do prefeito Juca mantém o calendário rigorosamente em dia, reafirmando um princípio elementar da administração pública responsável: valorização do servidor não é discurso, é prática.

Além da folha regular, será efetuado o pagamento da primeira parcela do 13º salário de 2026 para os aniversariantes de fevereiro, correspondente a 50% do benefício. A medida demonstra planejamento financeiro, previsibilidade administrativa e impacto positivo direto na economia local. Em um cenário de instabilidade fiscal em diversos municípios, cumprir compromissos sem atraso é sinal inequívoco de organização e responsabilidade.


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