Levantamento sobre intenções de voto para Senado, Governo e Câmara está previsto para divulgação em 17 de março de 2026.
Um registro recente de pesquisa eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chamou a atenção de observadores políticos nos últimos dias. O levantamento, que mede intenções de voto para Senado, Governo do Estado e Câmara dos Deputados, tem divulgação prevista para 17 de março de 2026.
No entanto, mais do que os números que ainda serão apresentados, o que tem despertado curiosidade é a situação cadastral do instituto responsável pela pesquisa.
Instituto citado no registro aparece com empresa baixada
De acordo com os dados informados no registro oficial da pesquisa, o estudo teria sido conduzido pelo Instituto de Pesquisa Positiva, sediado no município de Rosário do Catete, em Sergipe.
Até esse ponto, o procedimento segue o padrão do processo eleitoral brasileiro, no qual institutos precisam registrar previamente levantamentos eleitorais no sistema do TSE antes de sua divulgação pública.
Entretanto, ao consultar informações cadastrais da empresa responsável, surge um detalhe que levanta questionamentos: o instituto aparece com situação de empresa baixada por falecimento do proprietário.
Situação gera dúvidas sobre a realização da pesquisa
A inconsistência entre o registro da pesquisa e a situação cadastral da empresa abre espaço para algumas dúvidas.
Entre os questionamentos que surgem estão:
- Se a empresa está oficialmente baixada, como teria conduzido uma pesquisa eleitoral recente?
- Houve reativação do CNPJ ou mudança de responsável legal?
- O registro da pesquisa foi feito por outra pessoa utilizando o nome da empresa?
- Ou existe alguma inconsistência nas informações disponíveis nos sistemas públicos?
Até o momento, não há confirmação oficial de irregularidade relacionada ao levantamento.
Pesquisas eleitorais costumam influenciar o debate político
O episódio chama atenção especialmente por ocorrer em um momento sensível do calendário político, quando pesquisas eleitorais costumam influenciar o debate público, a estratégia de campanhas e a percepção do eleitorado.
Diante da situação, permanece a dúvida: quem, de fato, está por trás da pesquisa registrada para divulgação no dia 17 de março?
Enquanto o levantamento ainda não foi publicado e possíveis esclarecimentos não aparecem, o caso passa a ser acompanhado com atenção por observadores da cena política e eleitoral em Sergipe.
Da Redação do RS NOTÍCIA
*Com informações do Jornal Sergipe Verdade da Sim FM 43,4



