quarta-feira, agosto 10, 2022
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Em entrevista, prefeito Juca esclarece situação atual do Hospital de Laranjeiras

Ao programa ‘Sergipe Verdade’ da rádio SIM FM de Carmópolis, Juca respondeu as indagações dos ouvintes e do âncora sobre o Hospital São João de Deus.

Nesta segunda-feira, 22, o prefeito do município de Laranjeiras, Juca de Bala (MDB), foi entrevistado no Programa Sergipe Verdade, da SIM FM. Na ocasião, o gestor deu explicações sobre a precariedade no atendimento do Hospital São João de Deus, além das questões relacionadas aos salários atrasados.

“A gente sabe que em Laranjeiras tem dois tipos de reclamações. São aquelas reclamações que temos que estar focado, resolvendo e respondendo, que é a reclamação do povo. E tem aquelas reclamações que são oriundas de segmentos políticos de oposição e sabemos que eles desejam o tanto pior melhor. Com essas a gente não tem tanta preocupação. Falei com o hospital, que é quem gerencia, e me asseguraram que parte daquelas reclamações já tinham sido respondidas, e outras que são políticas e a gente procurou não dar tanta atenção”, pontuou o prefeito.

Sobre o atendimento a pacientes com sintomas da Covid-19, Juca lamentou, mas esclareceu que é algo que depende da liberação de leitos por parte da regulação administrada pela Secretaria de Estado da Saúde.

“Quando se refere à Covid, eles não têm muito o que fazer porque a gente sabe do colapso. As pessoas dão entrada no hospital e, realmente, têm que aguardar a liberação de alguns leitos de UTI”, disse o emedebista.

Em relação à situação financeira do hospital, Juca reafirmou as dificuldades enfrentadas devido às dívidas deixadas pela gestão de Paulão das Varzinhas.

“No tocante à questão financeira, que também foi levantado, a gente está com esse entendimento com o hospital. É aquela coisa, a gestão anterior deixou uma série de dívidas, inclusive com o hospital. A nossa gestão está tudo em dia. A gente já pagou a fatura relacionada a janeiro, fizemos o nosso repasse referente a fevereiro, temos um convênio com o Estado, que também já repassou janeiro. Mas, enfim, enquanto a parte financeira estamos em dia”, explicou.

E continuou: “a associação, evidentemente, não tem culpa. Existe um débito da gestão anterior, que, infelizmente com os outros débitos vamos entrar em um consenso para que a gente possa fazer o pagamento, como estamos fazendo. Os servidores ficam sem receber lá do hospital e, automaticamente, repercute na prestação do serviço. Mas, assim como o pagamento dos outros servidores, nós temos que fazer um entendimento e um parcelamento porque Laranjeiras ficou com mais de R$ 50 milhões em dívidas”.

A questão das denúncias em torno do atendimento no Hospital São João de Deus foi novamente levantada pelo gestor.

“No tocante ao atendimento propriamente dito a gente não tem muito o que fazer, porque todos os atendimentos são gerenciados pela associação. É evidente que temos um fiscal, uma comissão, para fazer o controle desses atendimentos. Eu não posso afirmar que houve essa negligência, toda essa demora, pode ser que tenha ocorrido um fato pontual, até porque a gente sabe que os hospitais hoje têm uma demanda muito grande devido à Covid”, ressaltou Juca.

Ele sinalizou para uma possível picuinha política gerada ainda durante o processo eleitoral. “O que ocorre em Laranjeiras é que nós estamos na velocidade da informação. Aí, às vezes, aconteceu um fato pontual, e aquele fato é relatado em grupo de WhatsApp, onde a oposição que ainda não se conformou com o resultado da eleição, que não enxerga o que está sendo feito no tocante à reconstrução de nossa cidade, ai faz de uma gota d’água uma tempestade. Temos que estar atentos para o que está sendo relatado corresponde à realidade. O que não pode é que o povo venha a sofrer com a prestação de serviço”.

Por fim, o prefeito garantiu que o convênio não será suspenso, o que ocorrerá é a licitação para a realização do serviço no hospital, como manda a lei.

“Não existe intenção nenhuma em suspender o convênio com a associação ou com qualquer outra que venha, porque será licitado a administração do hospital por uma PPP, porém com a fiscalização do município. Volto a dizer, a associação presta um serviço de mais de oito anos ao município. Ficou a dívida deixada pela gestão anterior e quem paga são os servidores, os enfermeiros, técnicos e médicos”, finalizou Juca de Bala.

 
Com informações do portal FAN F1.

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