segunda-feira, agosto 15, 2022
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Nova remessa de vacinas contra covid-19 chegará a Sergipe

Nessa nova remessa quase 70 mil doses de vacinas chegarão ao Estado. Todos os estados e Distrito Federal vão receber as novas remessas em uma divisão proporcional e igualitária. (Foto: SES).

O Ministério da Saúde confirmou neste sábado, 1º, o envio de quase 70 mil novas doses para o estado de Sergipe, nessa nova remessa de vacinas. Elas serão divididas em: 66.500 doses da Oxford/Astrazeneca, desenvolvida em parceria com a Fiocruz, e 3.200 doses da CoronaVac (Instituto Butantan/Laboratório Sinovac). Ao todo, serão 69.700 doses.

Embora tenha anunciado o preparo para a distribuição dessa nova remessa para Sergipe, o 14º informe técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) não estipula um prazo para que essas doses cheguem ao estado. A pasta da Saúde informou apenas que a distribuição dos imunizantes para todos os estados do Brasil começou na manhã deste sábado.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, com esse novo lote, mais grupos prioritários passam a ser atendidos. São eles: o de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, e de pessoas com deficiência permanente. Além disso, estão sendo destinadas doses para idosos entre 60 e 64 anos, trabalhadores da saúde e forças de segurança e salvamento e Forças Armadas que atuam na linha de frente da pandemia.

Primeira e segunda dose

O ministério ressalta que nessa pauta de distribuição a vacina da Fiocruz é destinada para a primeira dose de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, pessoas com deficiência permanente e idosos entre 60 e 64 anos. Já a vacina do Butantan será para a primeira e segunda dose de agentes das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas e para a segunda aplicação em trabalhadores da área da Saúde.

“O Ministério da Saúde reforça para que a população tome a segunda dose da vacina Covid-19 mesmo que a aplicação ocorra fora do prazo recomendado pelo laboratório, para assegurar a proteção adequada contra a doença”, orienta a pasta.

Com informações de João Paulo Schneider, do portal Infonet.

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